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As novas gerações dirigem a oferta dos negócios de foodservice

Foodie é um termo novo e informal para denominar os apaixonados por comida. E essa “paixão” tem sido uma característica cada vez mais forte entre os jovens das gerações Y e Z. Questionadores por natureza e estimulados por sua curiosidade e inconformismo, possuem expectativas extremamente altas em relação aos alimentos. Sejam eles processados pela indústria, transformados por chefs renomados, in natura ou comprados num food truck em uma esquina qualquer.

O desejo do consumidor é que os alimentos propiciem auto realização, permitam vivenciar novas sensações e possam ser customizados segundo as preferências mais particulares. Adicionalmente a isso, um interesse e exigência pela transparência em relação a origem, preparo, composição e desperdício. Por fim, compreendem a tecnologia como uma ferramenta que lhes permite vivenciar novas experiências e lhes entregar mais conveniência no momento das suas refeições.

O consumidor foodie tem como propósito pessoal relacionar-se com o planeta de uma forma menos agressiva, assim, o consumo de proteína animal que por centenas de anos foi tido como símbolo de status social e, na maioria das vezes, inclui o sacrifício de animais (sejam eles criados ou não para a finalidade de abate), passou também a ser questionado. Nos últimos três anos os movimentos de promoção do vegetarianismo e veganismo ganharam força mundialmente e hoje ajudam o consumidor a pressionar a mudança da oferta no mercado de foodservice.

Foodie é um termo novo e informal para denominar os apaixonados por comida. E essa “paixão” tem sido uma característica cada vez mais forte entre os jovens das gerações Y e Z. Questionadores por natureza e estimulados por sua curiosidade e inconformismo, possuem expectativas extremamente altas em relação aos alimentos. Sejam eles processados pela indústria, transformados por chefs renomados, in natura ou comprados num food truck em uma esquina qualquer.

O desejo do consumidor é que os alimentos propiciem auto realização, permitam vivenciar novas sensações e possam ser customizados segundo as preferências mais particulares. Adicionalmente a isso, um interesse e exigência pela transparência em relação a origem, preparo, composição e desperdício. Por fim, compreendem a tecnologia como uma ferramenta que lhes permite vivenciar novas experiências e lhes entregar mais conveniência no momento das suas refeições.

O consumidor foodie tem como propósito pessoal relacionar-se com o planeta de uma forma menos agressiva, assim, o consumo de proteína animal que por centenas de anos foi tido como símbolo de status social e, na maioria das vezes, inclui o sacrifício de animais (sejam eles criados ou não para a finalidade de abate), passou também a ser questionado. Nos últimos três anos os movimentos de promoção do vegetarianismo e veganismo ganharam força mundialmente e hoje ajudam o consumidor a pressionar a mudança da oferta no mercado de foodservice.

Fonte: Portal Mercado&Consumo
https://www.mercadoeconsumo.com.br

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